Categoria: Utopia

Reflexão, crítica e cotidiano. Onde a realidade encontra o meu ponto de vista.

  • 5 documentário bizarros que você precisa assistir

    5 documentário bizarros que você precisa assistir

    Quando o assunto é documentário, eu preciso participar da conversa.
    Já assisti tantos que me sinto especialista.
    Mas em meio a muitas histórias interessantes, as vezes me deparo com casos tão bizarros
    que mal da para acreditar. Por isso separei nessa lista 5 documentários com hisórias muito
    inesperadas que você precisa ver.

    1- Love has won – O culto da mãe Deusa

    A polícia recebe a seguinte denuncia: olha, tem uma galera viajando com um corpo de uma mulher aí como se estivesse viva.
    Os policiais devem ter pensado que era trote, ou alguém querendo imitar “Um morto muito louco”
    Ao atenderem a denuncia, eles encontram um corpo mal mumificado e já em avançado estado de decomposição de uma mulher, repleto de flores e luzes enfeitando. Por trás dessa confusão a polícia descobre uma seita hippie envolta de uma guru mística. A história vai ficando cada vez mais macabra e engraçado, diga-se de passagem.
    Prepare-se para ficar sem reação a cada episódio

    Onde assistir: HBO Max

    2- Desastre total: Cruzeiro do Cocô

    Imagina juntar todas suas economias para fazer um cruzeiro dos sonhos. E durante a viagem o sonho vira um pesadelo: o navio estraga, você e o resto da tripulação ficam encalhados no mar. Para piorar o que já estava ruim , as fezes dos banheiros começam a voltar e espalhar por todo o navio.
    Não precisa imaginar a situação porque realmente aconteceu. A situação é triste mas chega até ser cômica. Este documentário conta de forma descontraída um momento bizarro que viajantes passaram. Entretanto eles narram a história com um bom humor, vocês precisam ver.

    Onde assistir: Netflix

    3- Procura-se Desesperadamente uma Alma Gêmea – Fugindo do Twin Flames Universe

    Quando eu comecei a assitir esse documentário, lembro de pensar que era apenas mais um do tipo pessoas que são enganadas por outras em aplicativos de encontro. Eu não podia estar mais enganada.
    Aqui conta a história do casal Jeff e Shaleia Divine. Juntos eles montaram um programa para ajudar pessoas a encontrarem o parceiro ideal, ou alma gêmea. O problema é que parece que a fama subiu a cabeça dos dois. Logo apareceram denúncias de forçarem as pessoas a serem um casal, humilhação e até mesmo forçar a identidade sexual dos seguidores! Em algum momento Jeff afirma ser um deus!
    É tanta locura que parece até mentira, mas não é.

    Onde assistir: Prime video

    (Bonus: sugiro ver o vídeo do canal W5 onde eles comentam as acusações. Parece um episódio de Os Simpson.
    https://youtu.be/-ePUn0qbTZY?si=-yYB6z50QsmOdNR1 )

    4- Meu Querido Bobby – Era Tudo uma Farsa

    Em 2009 a radialista Kirat Assi conheceu um homem chamado Bobby Jandu o facebook. Eles desenvolveram uma longa amizade durante 10 anos até se apaixonarem.
    Essa hisória logo se transforma em um caso de polícia assustador e tem um plot tão inesperado que não da pra falar sem dar spoiler. Assistam sem proucurar para não ter spoiler, vocês não vão se arrepender.

    Onde assistir: Netflix

    5- O testamento – O segredo de Anita Harley

    Esse documentário viralizou no último mês. Não é para menos. Tem confusão, briga por herança, acusações por causa de uma herança.
    A bilionária Anita Harley, herdeira das Pernambucanas, sofreu um avc em 2016 e se encontra em coma desde então. Sua condição de saúde deu início a uma disputa pela herança
    e curatela da empresária. As pessoas no centro da disputa são cheias de personalidade, o que faz parecer um reality show.

    Onde assistir: Globoplay

    Você ja conhecia algum desses documentários? Qual mais deveriam estar na lista?
    Se gosta desse tipo de conteúdo, continue acompanhando.

  • A Vizinha perfeita – Quando uma desinteligência vira um crime

    A Vizinha perfeita – Quando uma desinteligência vira um crime

    Era dia 2 de junho de 2023. Já se passaram das 19 Horas quando Israel chegou em casa correndo para avisar a mãe que a vizinha o havia ameaçado. Enquanto Israel brincava com um tablet no gramado, a vizinha havia arremeçado um patins contra o menino. Seu irmão, Isaac, de 12 anos, disse que a vizinha gritava injúrias raciais e os ameaçou com um guarda-chuva. Desesperado, Israel e Issac correram, deixando o tablet para trás.

    Não era a primeira vez que os garotos tinham problemas com a vizinha. Na verdade, todos os moradores tinham problemas com Susan Lorincz, a vizinha de 50 anos

     Susan Lorincz era aquela “vizinha” que toda criança viu na rua de casa. Se você foi do tipo que brincou na rua, deve se lembrar de uma Susan, talvez não com esse nome. Pode ser a dona Lúcia, Carmem, Maria. Não sei o nome, mas aposto que ela estava lá. Aquela vizinha que gritava com as crianças, que pegava a bola e não devolvia. A vizinha que jogava água nas amarelinhas que desenhamos no chão. No caso de Israel e Issac, o nome dela era Susan.

    Desde que mudaram para vizinha, Susan parecia não suportar as crianças. Ao lado da sua casa havia uma grande área de grama onde as crianças brincavam, mas ela se incomodava. Se incomodava tanto ao ponto de chamar a polícia. Por dois anos, Susan ligava para a polícia reclamando que as crianças da vizinhança estavam brincando e fazendo barulho. Ela dizia aos policiais que era a vizinha perfeita, não fazia nada para incomodar, mas todos queriam tirar sua paz. Entretanto, testemunhas diziam que ela usava xingamentos racistas contra as crianças e as filmava. Durante esses dois anos, policiais atenderam denúncias da mulher contra as crianças. Era apenas um caso de desinteligência. Explicavam que não podiam impedir as crianças de brincarem em locais públicos, mas Susan não queria saber, ela não queria ouvir as crianças e pronto.

    Não posso afirmar que as crianças realmente invadiram a casa dela, mas a câmeras de segurança não mostravam isso. Também, nenhum vizinho deu razão para ela alguma vez.  Na verdade, eles diziam que ela estava sendo racista. E depois de dois anos, os polícias já estavam de saco cheio das denúncias de Susan. Por isso, quando ela ligou naquele dia 2 junho reclamando que as crianças estavam na sua porta, não parecia nada urgente.

     Voltando a Israel e Isaac, ao chegarem em casa relatando a confusão, Israel percebeu que havia deixado o tablet para trás. Ainda assustados, eles contaram para a mãe, Ajike “AJ” Owens, o que aconteceu.  Cansada de toda essa história, disposta a dar um fim na confusão e buscar o tablet de seus filhos, AJ Owens se encaminhou a casa de Susan junto de Israel. Ela deu três batidas na porta e esperou. Nada. Deu mais duas batidas e esperou. Dentro da casa, com as portas trancadas, Susan atirou contra a porta, acertando AJ no lado direito do peito. O garoto Israel saiu correndo pela vizinhança buscando ajuda para sua mãe, aos prantos e desesperado.  Logo em seguida a polícia e os paramédicos chegaram para constatar a morte de Ajike Owens de 35 anos, mãe de 4 crianças.

     Susan foi presa. Ela tentou alegar legítima defesa, mas sua casa estava trancada, AJ não estava armada ou invadindo sua propriedade, não havia sinais de tentativa de arrombamento. Com isto ela foi julgada e condenada a 25 anos de prisão.

     Esse caso é extremamente bizarro. Acredito que todo mundo já passou por um tipo de desinteligência com vizinhos. Esse termo “desinteligência” se refere a pequenas brigas desnecessárias que ocorrem entre as pessoas e que literalmente falta inteligência para resolver. O problema é quando a desinteligência avança a violência, que para ser sincera acredito ser um nível maior de estupidez. Estupidez esta que pode terminar em tragédias como no caso de AJ Owens.

    Existem limites que devem ser estabelecidos para vivermos em sociedade, e se você não sabe viver com esses limites, recomendo um psicólogo, ou largar tudo e ir morar nas montanhas. É verdade que crianças tendem a ser bagunceiras, e quebrar esses limites, mas será que elas são o problema ou os adultos que não conseguem agir com inteligência para resolver a situação? Susan poderia estar em seu limite, mas AJ era uma mãe solteira que trabalhava para cuidar de quatro crianças, não estava ela também cansada?

    A reflexão que deixo são duas:

    1- Acha que realmente é inteligente liberar armas para qualquer pessoa ter fácil acesso?

    2- Desinteligências entre vizinhos, qual o limite? Quando deixa de ser simples brigas?

     No mais, deixo meus sinceros sentimentos aos filhos de AJ Owens e sua família. E que Susan use sua vida pagando o que poderia ter evitado se tivesse pagado um psiquiatra.

    O Documentário “A vizinha perfeita” está disponível na Netflix

  • Os 5 melhores Short Film de terror que você precisa assistir

    Os 5 melhores Short Film de terror que você precisa assistir

    Short Film são filmes de curta metragem, ou seja, curta duração. É um tipo de arte focado em contar histórias em um pequeno tempo mas trazendo uma experiência bem profunda.
    Os short films muitas vezes mostram que um filme não precisa necessariamente de horas de histórias e background para mexer com nossa mente. Na lista de hoje, trouxemos cinco desses filmes que você precisa assistir, principalmente se não conhece o gênero.

    1. The dollmaker

    Um filme de 9:00 minutos dirigido por Al Lougher conseguiu expressar o luto de uma forma assustadora e chocante. Sem spoilers eu digo: Só assistam.

    2. Piggy

    Dirigido por Carlota Pereda, com apenas 13 minutos, esse filme causou mais suspense e nervosismo do que muitos longas por aí.
    Em 2022 , o filme ganhou uma versão longa metragem mas não agradou muito o público já que tirou um pouco do encanto que só um curta pode proporcionar.

    3. Lights out

    Provavelmente um dos mais conhecidos por amantes de short films, esse curta (curta mesmo pois só tem 2:42 de duração) de David F. Sandberg faz sucesso mesmo depois de 13 anos. O sucesso foi tanto que em 2016 fizeram uma adaptação em longa, adaptação esta que serviu para nos lembrar que certas histórias só funcionam em curtas. Enquanto em short films lights out funciona perfeitamente para assustar e entreter, em longa o filme só dá sono mesmo. Então assistam o curta.

    4. Transfigure

    O diretor Dylan Clark tem um canal dedicado a suas criações de short films, com suas ideias mais profundas, e obscuras diga-se de passagem. Com apenas 4:00 Transfigure conseguiu trazer um terror psicólogico e visual extremamente criativo. Quando acaba da até aquele gostinho de querer mais.

    5. Other side of the box

    Dirigido por Caleb J. Phillips, o Short Film mais longo da nossa lista conta a história de um casal que recebe uma caixa misteriosa e muito perigosa de presente. Talvez em um longa bem dirigido esse filme se daria bem. Mas não dá para confiar depois de tantos longas desastrosos baseados em Shortfilm, mas eu vejo um potencial. De qualquer forma, da para saborear e muito os 15minutos de suspense e adrenalina desse filme.

    Gostou da lista? Quais outros Short Film você indicaria?

  • The Bang Bang clube e a insensibilidade dos dias atuais

    The Bang Bang clube e a insensibilidade dos dias atuais

    Qual o seu sentimento quando vê a foto a seguir?

    Essa foto foi feita em 1993 no Sudão pelo fotógrafo Sul Africano Kevin Carter. Na ocasião, Kevin afirma ter visto a criança desfalecendo de fome tentando alcançar o local aonde Trabalhadores da ONU entregavam comida. Atrás da criança um abutre a espreitava a espera de sua morte.

    Antes de continuarmos a história, vamos falar sobre Kevin e o que mais tarde ficou conhecido como The Bang Bang club.

    Quem foi o Clube do Bangue-Bangue?

     Clube do Bangue-Bangue foi um nome dado pela imprensa a quatro fotógrafos que atuavam dentro dos townships da África do Sul entre os anos de 1990 e 1994, durante a transição do regime de apartheid. Composto pelos fotógrafos Kevin Carter, Ken Oosterbroeck, João Silva e Greg Marinovich, sendo este o último a se juntar ao grupo.

    O grupo ficou conhecido por tirar fotos de momentos críticos e extremamente sensíveis que chocaram as pessoas no mundo inteiro. O valioso trabalho deles trazia ao mundo atenção as coisas absurdas que aconteciam na África do Sul. Com suas fotos eles davam vozes aos menos favorecidos e permitiam que recebessem mais atenção. Por suas fotos mostrarem a realidade trágica, o mundo não podia ignorar o que estava acontecendo e ações eram tomadas. Aos poucos, as fotos se transformavam em denúncias, o que não negava que o trabalho deles era nobre.

     A história desses homens ficou tão famosa que em 2011 lançaram um filme biográfico sobre o trabalho deles.

     Dado o contexto, vamos voltar a história da foto. Kevin Carter estava lá parado, vendo a criança sendo perseguida por um abutre. Depois de registrar o momento Kevin afirmou algumas vezes que espantou o abutre, outras vezes ele disse que foi embora. Seja qual a versão, no fim ele se foi e deixou a criança para trás. Na bolsa a foto perfeita, aquela foto que mais tarde lhe rendeu um prêmio Pulitzer, também o assombrou até o dia de sua morte.

    Depois que a foto viralizou, milhares de pessoas culparam Kevin por não ter ajudado a criança, por não saber o paradeiro dela. No mundo todo as pessoas falavam sobre a atitude cruel do fotógrafo e escreviam cartas aos jornais com ameaças a ele. O que acabou afetando os outros amigos do The Bang Bang club. As fotos de seus trabalhos foram vistas como cruéis e assustadoras. Como quando Greg Marinovich fotografou um homem sendo esfaqueado e mais tarde tendo o corpo incendiado ainda vivo. Ou quando João Silva fotografou o próprio amigo Greg Marinovich depois de levar um tiro. Cansado de toda repercussão negativa e de problemas pessoais, a depressão tomou conta de Kevin que tirou sua vida no ano seguinte.

    Meses antes, Ken havia falecido vítima de bala perdida enquanto fotografava um protesto. Greg e João, por sua vez, ainda estão vivos. João perdeu as pernas em 2010 após uma expedição fotográfica pelo Afeganistão. Greg escreveu um livro contando a história de seus amigos e hoje mantém suas fotos longe das guerras.

    Mesmo anos após  tudo isto, sempre que alguém se depara com as fotos sente um incômodo e até culpa os fotógrafos por suas ações. Bem, eu acredito que as razões desses homens eram nobres, porém, em algum momento, o coração foi levado a agir com insensibilidade. Até porque, como fotógrafos eles eram proibidos de tocar nas pessoas, ou agirem ao seu favor. Estando em cenário de guerra, eles eram obrigados a não se intrometeram para se proteger. Desta forma, eram forçados a serem insensíveis ou não cumpririam seu trabalho.

    O fenômeno da Dessensibilização: O “calo” no cérebro

     Existe um fenômeno no cérebro chamado Dessensibilização. É quando você faz algo por várias vezes até perder a sensibilidade daquilo. Como ter um calo nas mãos depois de muitos anos trabalhando com enxadas. Só que esse “calo” é no cérebro. Você para de ver aquilo como algo que te incomoda. Não estou dizendo aqui que os fotógrafos se tornaram pessoas ruins, mas à medida que ganhavam prêmios e atenção, era importante ter a foto perfeita. Já não importava se era um amigo ferido ou uma criança morrendo, tinha de ter uma foto. Quando voltaram a razão, se sentiram chocados e triste consigo mesmo. Já não estavam fazendo apenas por denúncia, mas por atenção.

     É fácil sentar-se atrás de um computador e criticar os fotógrafos, mas o mesmo não tem sido feito hoje? Com a facilidade de ter uma câmera na mão, hoje está cada vez mais frequente fotos e vídeos de pessoas acidentadas, sofrendo agressão, ou até mortas por toda a internet. A insensibilidade chegou ao ponto das pessoas não pararem para socorrer as outras, mas tirarem seus dispositivos do bolso e registrarem o momento, quem sabe assim não ganha mais seguidores na internet?!

     Em novembro de 2025 uma mulher de 31 anos chamada Tainara Souza foi atropelada pelo ex-companheiro e teve o corto arrastado pelas ruas. Horas depois diversos vídeos circulavam as redes do momento que o carro parou e Tainara tinha seu corpo exposto. As pessoas não pensaram em proteger a dignidade dela, cobri-la. Ao invés disso, estavam com seus celulares nas mãos filmando e compartilhando em busca de like. Dessensibilização.

     Em que momento seu cérebro parou de ver o ser humano e começou a ver apenas chance de chamar atenção?

    Você pode fazer alguma coisa além de fotografar, não se torne insensível ao sofrimento alheio.

     E o que aconteceu com a criança que Kevin Carter fotografou?

    Em 2011 o jornal El Mundo publicou uma matéria afirmando ter encontrado o pai da criança. Se tratava de um menino chamado Kong Nyong. Segundo o jornal, o garoto recebeu ajuda na época, cresceu e se tornou adulto, mas em 2006 morreu vítima de uma febre.

     Deixo aqui meu respeito pelo trabalho desses fotógrafos e recomendação do filme

    The Bang Bang clube.

    Diante de uma tragédia, o que deve vir primeiro: o registro ou o socorro? Você acredita que as redes sociais nos tornaram mais insensíveis ao sofrimento alheio ou isso sempre foi uma característica humana? Quero muito ler sua reflexão nos comentários

  • A Moda Agora é 2016

    A Moda Agora é 2016

    Se você parou para confirmar a data no tema desse post, saiba que não é o único. No calendário diz que estamos em 2026, mas a internet cismou que temos de voltar para 2016. Então se nasce uma trend, todo mundo acompanha postando suas fotos e recordações de dez anos atrás.

    Por causa disto, se você não quer ficar de fora da trend, vamos te lembrar de coisas que estiveram em alta em 2016 para você compartilhar em suas redes sociais.

    – Pokémon Go

     O que nasceu como uma ideia de caça ao tesouro, ou pokémon, ganhou uma popularidade incrível em 2016 com mais de 500 milhões de downloads no mundo todo. A forma que o jogo usou a tecnologia dos smartphones foi considerada inovadora, por causa disto, naquele ano todo mundo saiu do sofá de casa para as ruas em busca de pequenos monstrinhos. O que começou como uma brincadeira logo virou um problema com jovens correndo de forma descontrolada nas ruas, ou até motoristas dirigindo enquanto caçavam pokémon. Ainda outros tiveram seus dispositivos roubados ao jogarem na rua.

     Hoje, 10 anos após a explosão do jogo, Pokémon Go já não é tão popular. Ainda tem seus fiéis fãs jogadores (vulgo eu), porém outros jogos ganharam mais notoriedade nos últimos anos.

     

    – Musical. ly

    Quem vê o Tik Tok hoje como a plataforma gigantesca que tem hoje, não imagina o começo modesto que teve. Lá em 2016 o Musical. ly trazia vídeos curtos de 15 segundos de dublagens e danças. Embora lançado em 2015, foi só no ano seguinte que essa plataforma ganhou público com mais de 90 milhões de downloads e mais de 12 milhões de vídeos postados. Muitos famosos aderiram a trend por criarem vídeos curtos e dancinhas na rede. Porém 2018 a rede social anunciou oficialmente seu fim já que em 2017 foi comprada pelo atual TikTok que expandiu os recursos do aplicativo e transformou no que é hoje. Mas e vocês? Preferem o Musical.ly ou o TikTok?

     

    – Filtros nas fotos

    Lá nos primórdios da internet, todo mundo queria usar Photoshop para editar as fotos. Mas isso exigia um dinheiro extra e habilidade para usar o programa. Com os anos muitos outros programas vieram com ferramentas mais fáceis para editar fotos. E foi em 2016 que o Instagram e o Vsco apresentaram filtros novos para as fotos e formas ainda mais fáceis de aplicar. Não deu outro todo mundo postando foto com filtro de cachorrinho, filtro de arco de flor, imagens coloridas etc. Eu mesma não tenho muitas fotos nítidas de 2016, já que os filtros eram a última moda e eu queria usar.

    Felizmente, ou infelizmente, os filtros evoluíram bastante a ponto de se tornarem quase imperceptíveis. Se antes apenas os experts do Photoshop podiam editar ao máximo suas fotos para parecerem outra pessoa, hoje qualquer um faz isso com um clique.

     

    – Músicas eletrônicas e remixadas

    Você se lembra quando no início dos anos 2000 a música eletrônica era tão presente que todo dia lançavam um CD dos maiores hits? Então, 2016 resolveu copiar a trend. É claro que o crédito vai para os aplicativos de vídeo curtos, pois essas músicas faziam muito sucesso por lá. Daí todos os artistas apostaram no estilo mais pop eletrônico, ou faziam um remix para tornar a música mais dançante.

    Nessa leva tivemos Bruno Mars 24k Magic, Work – Rihanna ft. Drake e um remix de Sorry do Justin Bieber.

     

    O que mais você se lembra do ano de 2016?

    A nostalgia é boa, mas não fique preso no passado. Descubra algo novo todos os dias.

    “E você, onde estava quando o fenômeno Pokémon Go dominou as ruas? Qual era o seu filtro favorito ou aquela música que não saía do seu fone em 2016?

    Deixe seu comentário abaixo e vamos relembrar essa época juntos!

  • 3 Filmes Infantis que Falam de Sentimentos Profundos

    3 Filmes Infantis que Falam de Sentimentos Profundos

    Quando vemos um filme de desenho, logo nossa mente nos faz pensar que é apenas mais um entretenimento para pequenas crianças.

    É verdade que muitos desenhos são feitos com histórias bobas e designs coloridos apenas para agradar os pequenos. Mas alguns guardam mensagens profundas para os pais que vão assistir junto com seus filhos. E essas mensagens podem curar nossa criança interior.

    Segue a lista de dica de 3 desses Filmes infantis:

    1. ONWARD – Dois Irmãos: Uma Jornada Fantástica

    Onward conta a história de dois irmãos Elfos, em um mundo mágico que se unem em uma jornada para que o filho mais novo posso conhecer o falecido pai.

    De uma forma doce o filme nos faz pensar além do luto. Enquanto o irmão mais novo, Ian, sofria por nunca ter tido a chance de passar tempo com o pai,o irmão mais velho Barley engolia a própria dor para suprir a falta do pai na vida do irmão mais novo. Foi apenas após a jornada que Ian percebe o valor de seu irmão na sua vida.

    Lição: Seja grato pelas pessoas a sua volta. Às vezes elas também estão sofrendo, mas estão lutando bravamente para nos ajudar.

    Lançado em 2020 pela Pixar, esse filme teve um desempenho muito baixo nos cinemas. Mas queiram lembrar que era pandemia e não estávamos pensando em mais nada além da COVID.

    2. RANGO

    Esse filme conta a história de um pequeno camaleão tentando sobreviver e criar sua própria história depois de se perder de sua família humana.

    Embora a premissa não pareça grande coisa, Rango nos ensina uma lição muito valiosa sobre coragem. Rango passa o filme todo tentando fingir ser alguém que não era para ser aceito. Mas apenas quando ele aceita quem realmente é consegue virar um herói.

    Lição: Você não precisa mudar quem é só para ser aceito em todos os lugares. A sua coragem está dentro de você, encontre-a.

    Vencedor de melhor animação no Oscar de 2012, esse filme merece sua atenção.

    3. O que será de Nozes?

    O Esquilo Sully é expulso de seu grupo depois de arrumar confusão. Agora ele quer provar que consegue se virar por conta própria.

    Caro leitor, eu não entendo esse filme não ter o reconhecimento que merece. Acredito que a premissa de animais estocando comida esteja um pouco batida. Mas aqui, esse filme usa o herói para nos ensinar que ninguém é suficiente sozinho. Sully, o esquilo, aprende a importância dos amigos dele e principalmente daquele que nunca saiu do seu lado, um ratinho chamado Mano.
    Lição: Não é errado pedir ajuda e reconhecer suas fraquezas. Lembre-se: a união faz a força, então esteja unido aos que te incentivam a ser a sua melhor versão.

    Eu particularmente tenho muito carinho por essa obra de 2014 e peço que você dê uma chance a ela.

    Eu poderia mencionar aqui mais alguns filmes como Operação Big Hero, Up altas aventuras, Divertidamente, etc. Mas creio que esses filmes já são bastante mencionados por aí. De toda forma fica a menção honrosa a eles.

    Já assistiu os filmes da lista? Comente se gostou do post